O acaso me entregou o amor
E o amor chegou...
E eu o vi chegando, chegando e deixei-o entrar.
Na estupidez do caos , me fez bagunçar
Bagunçou o andar, e num balanço só me fez amar
E amar não é pouco não
Não é em vão
Não dá pra pôr só a mão
É corpo inteiro, é cabeça e peito
E não é se esbarrar, é se aprofundar, se misturar, se afundar;
É vicio perdido, é buraco sem fundo, sem fim
Mas tem um certo prazer nisso
O amor é a religião do coração
A religião que ninguém discute, mas a que todos creem.