A menina continuava acreditando na vida , nos dias e nas pessoas.
Talvez ela tivesse o grande defeito de desacreditar de si mesmo; da sua forte e conturbada personalidade que muitas vezes fazia com que se esquecesse de até mesmo respirar.
Ela comandava o mundo dentro da cabeça , seu corpo sempre foi o seu mundo e por isso na maioria das vezes a chamavam de egoísta demais por não ter como comparar a sua realidade com a dos outros
Ela via cor onde não havia nada e onde tudo havia , ela não achava graça.
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